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Salir



A belíssima arquitectura tradicional com as açoteias, as chaminés e as cantarias, os vestígios arqueológicos, as noras, as azenhas, os moinhos de vento e de água, a literatura oral, os costumes, o tipicismo, são "ingredientes" que fazem de Salir uma vila de extraordinária beleza. Nos arredores, verdadeiros tesouros naturais, como o Sítio Classificado da Rocha da Pena, são pretexto para estadias repousantes.

Salir é uma freguesia de base agrícola, ao mesmo tempo que ostenta um inestimável património histórico, natural e paisagístico. Produz amêndoas, alfarrobas, medronho, figos, azeitonas e cortiça.


Salir oferece enormes potencialidades turísticas em diversas vertentes, como o Agro-Turismo, o Turismo de Habitação e o Turismo de Caça. A Festa da Espiga, celebrada na Quinta-Feira de Ascensão (40 dias após a Pascoa - em Maio) é o acontecimento mais relevante ao nível das manifestações tradicionais da Freguesia de Salir, uma vez que encerra aspectos verdadeiramente ancestrais que estão relacionados com as raízes culturais das suas gentes. O desfile etnográfico, único no País, funciona como atractivo turístico a par de uma mostra/feira do mais genuíno artesanato.

 
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